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HISTÓRICO

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Nas artes plásticas, a Semana de Arte Moderna de 22 desencadeia um debate nacional sobre o  tema.

 

O período de 20 a 45 é dominado pela personalidade de Portinari.

 

Compõem o  grupo moderno pioneiro Di Cavalcanti, o  escultor Vitor Brecheret, Tarsila do Amaral,

 Oswaldo Goeldi e Vicente do Rego Monteiro.

 

O CRISTO ABRE OS BRAÇOS SOBRE A CIDADE 

 

Em 1930, Getúlio Vargas ascendeu ao poder, na liderança de uma revolução

 contrária ao domínio das oligarquias rurais.

 

O Governo Vargas favoreceu as atividades industriais.

 

O crescimento do setor e as novas leis de proteção ao trabalhador atraíram muita gente do campo para as grandes cidades, sobretudo para a capital.

 

 As mansões da Zona Sul cederam lugar a prédios multi-familiares.

 

A década de 30 dá lugar a uma nova estrutura social eminentemente urbana

 e industrial e marca a inauguração do monumento que tornaria o Rio famoso

 no mundo inteiro: o Cristo Redentor.

 

 

 

UM NOVO CORPO PARA A ALMA ETERNAMENTE CARIOCA   

 

A influência do Estado autoritário trouxe largas avenidas

 e prédios institucionais baseados no traçado do arquiteto Alfred Agache.

 

 Por ser Capital da República, havia muita circulação de políticos

 e diplomatas neste período, propiciando desfiles patrióticos

 em comemoração às datas cívicas, tais como Semana da Pátria.

 

Independência do Brasil, aniversário de Getúlio Vargas,

 Dia do Trabalho, desfiles estes que ocorriam

 na Av. Presidente Vargas, alargada em 1937.

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