VOLTAR

 

HISTÓRICO

PÁGINA 05

 

 

O ecletismo foi o estilo predominante até a década de 20 e conviveu com o art nouveau e o neoclássico.

 

O art nouveau teve como inspiração

 as formas encontradas na natureza.

 

 Foi um fenômeno tipicamente urbano

 que buscava a união da utilidade com a beleza,

 em todos os campos: arquitetura, urbanismo,

 equipamento urbano e doméstico, arte decorativa e figurativa.

 

 No Rio, temos belos testemunhos como a Confeitaria Colombo

 e o Restaurante Albamar. 

CONFEITARIA COLOMBO

 

RESTAURANTE ALBAMAR - PRAÇA XV DE NOVEMBRO

Os anos 20, como também os anos 30, trazem uma verdadeira revolução cultural

que se reflete nas artes em geral, no Brasil e no mundo.

 

Foi o período de maior efervescência intelectual do século.

 

 O grande marco da década de 20 foi a Exposição Internacional do Centenário da Independência, em 1922.

 

 Iniciou-se a demolição do Morro do Castelo, núcleo original da cidade.

 

 O Hotel Glória e o Museu da Imagem e do Som são deste período.

 

 Em 1923 foi inaugurado o Palácio Pedro Ernesto, de estilo neoclássico.

 

 A partir de 1925, o art déco, surgido a partir da Exposição de Artes Decorativas,

 em Paris, provoca influências no Rio.

 

A Casa Cavé é um dos exemplos. Para expandir a área central, começou a expansão vertical do Rio.

 

 O primeiro arranha-céu foi o edifício A Noite, na Praça Mauá, com 20 andares.  

 

O BRASIL COMEÇA A DESCOBRIR O BRASIL 

 

O panorama artístico deste efervescente período marca o início

 das manifestações que originariam o nosso carnaval atual.

 

O primeiro samba gravado, «Pelo Telefone”, é de 1917.

 

A Portela, ainda um bloco, surge em 1923; a Mangueira em 1928;

e o primeiro grupo autodenominado escola de samba, em 1929.

 

Em 1926, a intelectualidade se reúne com artistas populares:

 Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Prudente de Morais Neto

com Pixinguinha, Donga e Patrício Teixeira.

 

 

CONTINUA NA PÁGINA 06   

 

PÁGINA 06