VOLTAR

 

HISTÓRICO

PÁGINA 04

RIO DE JANEIRO  CAPITAL DA REPÚBLICA DE 1889 A 1960

Em 1889, a capital do Império assistiu à queda da Monarquia.

As mudanças políticas seguiram as diretrizes capitalistas.

 A transição da Monarquia para a República começa em 1889 e só acaba, efetivamente, em 1930.

 A cidade, com a Proclamação da República,torna-se a capital federal.

 O século XX se iniciou com as intervenções do Prefeito Pereira Passos,

 em 1902, que implantou um ambicioso projeto de renovação urbana

 condizente com os novos tempos: uma cidade republicana moderna,

 cosmopolita. A mais profunda mudança urbanística

 foi a abertura da Avenida Central, atual Av. Rio Branco.

A avenida ligava o novo porto ao Passeio Público.

 Cerca de 650 casas antigas foram derrubadas,

 na sua maioria casas de cômodos e cortiços.

 

BIBLIOTECA NACIONAL

 Além da Av. Central, datam deste período a Av. Beira­Mar, Av. Rui Barbosa, Praia de Botafogo e Av. Niemeyer.

 

 Outras foram alargadas nos moldes dos grandes "boulevards" parisienses:

 Mem de Sá, Passos, Uruguaiana, Assembléia, Carioca.

 

Na Zona Sul, Pereira Passas ordenou a abertura da Av. Atlântica. Em 1909,

 é inaugurado o Theatro Municipal que, assim como a Escola de Belas Artes e a Biblioteca Nacional,

se instalaram na nova Avenida Central, com fachadas reformadas e suntuosas instalações de estilo eclético.

 

A CULTURA GANHA MAIS ESPAÇO

 

O Rio da "belle époque", ao fim de 1906, era o retrato de uma cidade moderna.

 

Todas as transformações resultantes da reforma convergiam

 para o novo porto, deslocado da Praça XV de Novembro.

 Em nome da modernização, grande parte da arquitetura colonial

 que ainda existia foi destruída nessa época.

 Em seu lugar, construíram-se prédios de arquitetura eclética.

 Ao final da reforma, a cidade era outra.

 Estava limpa, organizada e bonita.

Foi o suficiente para trazer às ruas a população,

 que no período colonial e do império,

nunca saía de casa, apenas via o movimento das ruas

 pela janela de suas casas. Por ter sido a sede do Império e capital da República, todas as modernidades, eventos culturais,

 música, dança, moda, chegavam primeiro ao Rio.

 O Rio era não só a sede do Governo

 como também o centro cultural do país.

TEATRO MUNICIPAL

CONTINUA NA PÁGINA 5   
 

PÁGINA 05