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O
governador da cidade, Ayres Saldanha (que governou de 1719
a 1725), melhora os meios da intercomunicação, promove o
calçamento de várias ruas centrais, melhora as fortificações
e conclui os trabalhos de canalização do Rio Carioca.
Em
1 723 foi inaugurado o Aqueduto da Carioca, trazendo água
limpa e fresca das nascentes do Rio Carioca, conduzida até
o antigo chafariz erguido no Campo de Santo Antônio, daí
Chafariz da Carioca,
Campo da Carioca e hoje Largo da
Carioca.
Foi
a primeira grande obra de engenharia executada no Rio. Em
1808 chega a Corte Portuguesa e então são tomadas as
seguintes medidas: abertura dos portos, integrando o
Brasil ao mercado mundial, e elevação da cidade à condição de Capital do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve
(1815). No Largo do Carmo (Praça Quinze), o Palácio dos
Vice-Reis abriga D. João, transformando-se no Paço Real.
Entre
1808 e 1821, período em
que D. João permaneceu nas rédeas administrativas do país,
a cidade prosperou e se expandiu. Em 1822, o Brasil torna-se
independente de Portugal.
O Rio de Janeiro passa então de
sede do Reino Unido à capital do Império, tendo D. Pedro
I
como primeiro imperador. No ano seguinte, a cidade
receberia o novo título de Muito
Leal e Heróica Cidade de São Sebastião
Sebastião
do Rio de
Janeiro.
No
século XIX acelerou-se
o processo de desenvolvimento do Rio. Investiu-se no
transporte,
substituÍram-se as carruagens e as carroças
pelos transportes coletivos,
implantou-se o sistema de
bondes puxados por burros, que se tornou sinônimo de
progresso.
Por onde o bonde passava o local prosperava. Em
1 855 foi lançada a primeira pedra
da Estação Inicial
da Estrada de Ferro D. Pedro II, hoje Central do Brasil.
De meados do século XIX ao fim da Monarquia, em 1889,
implantam-se melhoramentos tais como:
a iluminação a gás;
o encanamento do Rio Maracanã; a instalação do Tribunal
do Comércio,
no Paço da Cidade, hoje Paço Imperial.
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